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2008-09-12 «A expressão da Reciclagem de Consumíveis Informáticos em Portugal traduz-se por uns escassos 2 a 4%»

Com uma componente muito forte virada para a protecção ambiental, o negócio Recitoner actua numa linha de poupança, numa tentativa de aproximar Portugal ao resto da Europa no que respeita a reutilização de tinteiros. Entrevistámos Víctor Gonzalez, Director-geral da Recitoner, para nos falar sobre o negócio, e sobre a sua filosofia.

A Recitoner afirma que a reciclagem de tinteiros e toners é um negócio que em Portugal ainda está comercialmente muito pouco explorado. Em que medida?
A expressão da Reciclagem de Consumíveis Informáticos em Portugal traduz-se por uns escassos 2 a 4%.
Se compararmos com uma Alemanha (cerca de 22%) ou com os EUA (> 50%), facilmente reconheceremos o baixo índice de reciclagem no nosso País.

A Recitoner tem apenas uma loja fora de Portugal, em Angola. Quando é que foram para o mercado angolano? Porquê a escolha desse mercado?
Estamos no mercado Angolano há cerca de 6 anos.
Angola, como qualquer outro país de expressão portuguesa, e pela ligação que nos une desde há centenas de anos, dá-nos garantia de um melhor entendimento.

Que outros países estão nos horizontes de expansão da marca? Porquê esses mercados?
Qualquer país dos Palop será sempre uma aposta agradável, quer por razões culturais, quer de comunicação e conhecimento que temos uns dos outros.
Também igualmente longe, outros países interessantes seriam os do Leste Europeu. Foram economias adormecidas durante muito tempo mas que hoje estão a ter uma velocidade de desenvolvimento grande.

Consideram que o mercado português já está coberto com as unidades que têm actualmente? O que prevê o plano de expansão a nível nacional?
Cremos estar a 50% das unidades Recitoner que o país pode comportar.
Gostaríamos de nos 2 próximos anos ter o país todo ou quase todo coberto com centros Recitoner.

Como tem evoluído a marca ao longo dos seus 10 anos de existência, relativamente ao volume de negócios e reconhecimento no mercado?
Exceptuando o biénio 2005/2006, anos de profunda crise conjuntural económica em Portugal, a Recitoner desde o seu primeiro ano de abertura, 1998, sempre teve uma evolução positiva na sua facturação, sendo a de 2007 de 73% e 34% em 2008.
Estes valores, por si só, poderão reflectir o grau de satisfação com que somos contemplados pelos nossos clientes.

Afirmam que a reciclagem e a reutilização de tinteiros e toners, em Portugal, estão abaixo da média europeia. Uma vez que as preocupações ambientais são cada vez mais uma realidade no tecido empresarial, como nasce um projecto como o da Recitoner?
Projectos Recitoner, em qualquer actividade ligada à Ecologia, hoje fazem todo o sentido: quer economicamente, pela poupança de divisas e de sair mais barato ao consumidor final em cerca de 50% menos, quer na preservação ambiental.
Se o Plano Tecnológico obtiver os resultados que todos nós desejamos, cremos que nos próximos anos iremo-nos aproximar da restante Europa nos consumos de tinteiros e toners e, por analogia, também em termos de reciclagem.

Havendo cada vez mais essa consciência, considera que há hoje maior oportunidade de sucesso, e logo maior procura do negócio Recitoner?
Actualmente existe um consumo de tinteiros e toners muito mais elevado que há somente 3 anos: porque os preços dos equipamentos de impressão caíram para um terço, os computadores portáteis são vendidos nas escolas a somente 150 euros, e Portugal é dos países com maior crescimento de internet de banda larga na Europa.
Todos estes indicadores, aliados a uma cada vez maior preocupação pela defesa ambiental, mostram-nos estarmos na actividade certa no momento correcto.

Normalmente quem procura iniciar um negócio com a vossa marca já tem ideias que vão de encontro à filosofia da empresa?
Regra geral, os candidatos a entrarem na nossa rede de Franchising, estão conscienciosos das duas principais vertentes deste negócio: o que o cliente pode poupar, cerca de 50%, e o que a nossa actividade pode poupar ao Ambiente, 5 litros de petróleo para produzir uma nova embalagem e cerca de 500 anos para ela se degradar. É demasiado!

Que outras iniciativas têm tomado no campo da preservação ambiental?
A Recitoner é associada da Sociedade Ponto Verde e Licenciada para a Realização de Operações de Gestão de Resíduos.

Fonte: TORMO.PT | http://www.tormo.pt/entrevista/94/

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